Godot e Cia.

“Quem planta tâmaras, não colhe tâmaras”, ode à empatia.
Sugere ação que atravessa tempo e espaço. Já que novos micro organismos, conspiram na atmosfera.
O planeta Teatro em metamorfose e trancas. Habita e renasce em casulos. Vibra em ressonância de tempos profundos. Se mostra na internet.

Nas lives plurais, iluminadas:
– “Tudo é uma questão de luz”.
Sociedade em frames. Corpos pensantes.
Pé de igualdade para regular a pátria mãe.
Celulas mater recompostas, no anti vírus.

Quarentena global, racionalidade e encontros de escuta. Manifestações:
“Urubu? Eu sou pior”.
Atores líquidos, pelos palcos das panelas batidas.
Issac, Bete, Otavio, Zé Celso, Marcelo, Iris, Ligia, Regina, Rodolfo e Camila.
Esperando o Godot cientista.
Transição para a nova terra, onde a saída é para dentro.



Mapas de luz, ensaios especialmente produzidos para esse post.
Celebrar aniversários, resgatar a memória e falar de amor.
Falar em brasileiro.
Fim de jogo. Cacilda 2020.
